Teens on Zoom – Let’s Play – 18 Abril 15h30
Por enquanto ainda tem de ser por Zoom. Inscrições no link abaixo:
Teens on Zoom – Let’s Play – 18 Abril 15h30
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Ressuscitei,
Eis minhas chagas, não temais:
Vede e tocai!
Sim, sou Eu no meio de vós.
Eis o meu corpo ressuscitado,
Acreditai, dou-vos a minha paz.
1. Sobre Mim colocaste a pedra
E eis-Me aqui bem vivo no meio de vós.
Não duvideis, acreditai neste mistério;
Felizes os que creem sem Me terem visto.
2. Filho de Deus, Rei da eterna glória,
Verbo encarnado, a morte não Me reprimiu.
Ressuscitado, eis meu corpo glorioso;
Por minhas chagas, Eu vos dou a salvação.
3. Ó morte, onde está tua vitória?
Eu desci ao mais profundo dos infernos.
E para vós, Eu voltei todo envolto em glória,
Acompanhado pela multidão dos santos.
4. Sou a vida e a ressurreição.
Quem acredita em Mim viverá para sempre.
Pois, se por um só homem veio ao mundo a morte,
É só por mim que alcançareis a vida eterna.
5. Eis o meu corpo, o pão da vida;
Eis o meu sangue que por vós foi derramado.
Aqueles que recebem o meu alimento,
Eu os ressuscitarei no final dos tempos.
Com a Ressurreição, começou um novo modo de existência para Jesus Cristo. A partir desse momento, já não será mais possível conhecê-l’O através dos meios humanos. Tem que se passar da visão à fé. Será ela que nos permitirá «ver» Cristo Ressuscitado nos Seus sacramentos e na vida da Sua Igreja.
Aqueles, porém, que crêem no Filho de Deus, sem O ver, sem O tocar, sem discutir, serão tão felizes como aqueles que foram testemunhas oculares da Sua glória de Ressuscitado.
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa, e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.
No ano 2000 São João Paulo II dedicou o domingo a seguir à Páscoa à Misericórdia Divina em resposta ao pedido que Jesus fez a Santa Faustina, a qual no início do séc. XX teve numerosas visões de Jesus Ressuscitado. Está é, portanto uma Festa que o próprio Jesus pediu para ser instituída !! E será no próximo domingo.
Estamos na semana em que os discípulos, apesar de ter visto o Ressuscitado no domingo de Páscoa, continuaram cheios de medo, mantendo «as portas fechadas» e sem conseguir sequer convencer da ressurreição o único ausente, Tomé. E o que é que faz Jesus perante esta incredulidade medrosa? Regressa 8 dias depois e coloca-Se na mesma posição, «no meio» dos discípulos, e repete a mesma saudação: «A paz esteja convosco!» (Jo 20, 19.26).
A ressurreição do discípulo começa daqui, desta misericórdia fiel e paciente, da descoberta que Deus não Se cansa de estender-nos a mão para nos levantar das nossas quedas. Quer que O vejamos assim: não como um patrão com quem devemos ajustar contas, mas como o nosso Papá, que sempre nos levanta. Na vida, caminhamos tateando, como uma criança que começa a andar, mas cai; dá alguns passos e cai novamente; cai e volta a cair, mas sempre o pai a levanta. A mão que nos levanta sempre é a misericórdia: Deus sabe que, sem misericórdia, ficamos caídos no chão; ora, para caminhar, precisamos de ser postos de pé.
Podemos achar que estamos sempre a cair… O Senhor sabe disso, e está sempre pronto a levantar-nos de novo. Não quer ver-nos a pensar continuamente nas nossas quedas, mas que olhemos para Ele, que, nas quedas, vê os filhos a levantarem-se; e nas misérias, vê filhos a amar com misericórdia.
Jesus disse á Santa Faustina: «Eu sou o amor e a misericórdia em pessoa; não há miséria que possa superar a minha misericórdia».
E ainda:
“A humanidade não encontrará paz, enquanto não se voltar com confiança para a Misericórdia Divina”. Jesus incentiva-nos a dizermos-Lhe frequentemente: “Jesus, eu confio em Ti!” Se há Alguém em quem podemos confiar é n’Ele, que deu a vida por nós.
Um dia em que a Santa Faustina dizia toda contente a Jesus que Lhe oferecera toda a sua vida tudo o que tinha, ouviu d’Ele uma resposta que a surpreendeu. Jesus queixou-se: «Tu não me ofereceste aquilo que é verdadeiramente teu». Que teria então ela guardado para si? É então que Jesus lhe diz: «Filha, dá-me a tua miséria» Podemos, também nós, interrogar-nos: «Dei a minha miséria ao Senhor? Mostrei-Lhe as minhas quedas, para que me levante?» Ou há algo que conservo ainda dentro de mim? Um pecado, um remorso do passado, uma ferida que trago dentro, rancor contra alguém, mágoa contra uma pessoa em particular… O Senhor espera que Lhe levemos as nossas misérias, para nos fazer descobrir a sua misericórdia.
Durante a Paixão, os discípulos tinham abandonado o Senhor e sentiam-se em culpa. Mas Jesus, ao encontrá-los, não lhes prega um longo sermão. A eles, que estavam feridos por dentro, mostra as suas chagas. Tomé pode tocá-las, e descobre o amor: descobre quanto Jesus sofrera por ele, que O tinha abandonado. Naquelas feridas, toca com a mão a terna proximidade de Deus. Tomé, que chegara atrasado, quando abraça a misericórdia, ultrapassa os outros discípulos: não acredita só na ressurreição, mas também no amor sem limites de Deus. E faz a profissão de fé mais simples e mais bela: «Meu Senhor e meu Deus!». Ora aqui está a ressurreição do discípulo: realiza-se quando a sua humanidade, frágil e ferida, entra na humanidade de Jesus. Aqui dissolvem-se as dúvidas; aqui Deus torna-Se o meu Deus; aqui recomeça a aceitar-se a si mesmo e a amar a própria vida.
Na provação que estamos a atravessar, também nós, com os nossos medos e as nossas dúvidas como Tomé, nos reconhecemos frágeis. Precisamos do Senhor, que, mais além das nossas fragilidades, vê em nós uma beleza indelével. Com Ele, descobrimo-nos preciosos nas nossas fragilidades. Descobrimos que somos como belíssimos cristais, simultaneamente frágeis e preciosos. E se formos transparentes diante d’Ele como o cristal, a sua luz – a luz da misericórdia – brilhará em nós e, por nosso intermédio, no mundo.
Nesta festa da Divina Misericórdia, este belo anúncio chega através do discípulo mais atrasado. Só faltava ele, Tomé. Mas o Senhor esperou por ele. A misericórdia não abandona quem fica para trás.
Tema dado pela Inês Pereirinha
no serão de cura e misericórdia de 8 de Abril 2021
Fica connosco, Ressuscitado,
Palavra ardente em nossos corações.
E no teu Corpo, vem saciar-nos
Da tua ressurreição.
1. És Jesus, o Cordeiro Pascal,
Que nos salva dos nossos pecados.
Tua morte a morte venceu,
E, ressuscitando, a vida nos dás.
2. Tu destróis este mundo mortal
E em Ti, criação renovada,
Já vivemos da vida imortal
Que Tu nos reservas um dia no Céu.
3. Elevado à direita do Pai,
O teu Corpo na cruz ultrajado
Hoje entregas para nos salvar:
Cantamos tua glória, Jesus Vencedor!
Cristo ressuscitou, Aleluia!
Ele venceu a morte, Aleluia!
Das trevas nos chama à luz
E nos dá vida!
1. Se Jesus não ressuscitou, é vã a nossa fé.
Mas Ele está vivo, ressuscitou! E nos chama a dizer:
2. Cristo vem para despertar os que dormem na morte.
Levanta os olhos, que a luz de Deus brilha já sobre ti.
3. O que Adão pelo mal perdeu, Cristo veio salvar.
Que é feito, ó morte, do teu poder e do teu aguilhão?
A Priest Band (banda dos padres) da Comunidade Emanuel, no Domingo de Páscoa, publicou mais um vídeo com um cântico – neste caso gravado no Quebec – Canadá:
E aqui está nosso segundo single: Nós acreditamos em Jesus salvador! ![]()
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Cristo ressuscitou! Que a alegria de Deus habite seus corações.#poplouange#BandedeprêtresBrice PetitjeanMartin LagacéKevin Manthey
Juntem uma Comunidade Internacional a um cântico de louvor na alegria Pascal, acrescentem o Espírito Santo em quantidade q.b. e misturem todos os ingredientes. Depois escutem, celebrem e partilhem!
Aleluia, Cristo ressuscitou
– em 19 idiomas
… com a ajuda do Pe Fernando Santos (vigário paroquial em São Jorge de Arroios e responsável pela pastoral com os jovens em Coimbra) e o Pe Paulo Araújo (pároco de Arroios):
No canto superior direito, pode alternar entre vídeos ⬇⬇⬇